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Quero ser menos mãe?!?

Sim leram bem!
Tenho certeza que muita gente se pergunta o porque de querer ser menos mãe.
Pode parecer loucura, devaneio, falta de amor ou qualquer coisa parecida. Mas não é nada disso.

Eu sempre fui, desde criança, uma daquelas pessoas que se dedica de corpo e alma a tudo que faz.
Dou tudo de mim. E só fico descansada quando o trabalho, projeto, atividade ou o que quer que seja termina. Mas filhos é para sempre. Então, está mais do que na hora de começar a calma as coisas.

O papel de mãe começou a Lu, junto com ela aquela loucura toda que só quem é mãe sabe e entende: noites sem dormir, rotina virada do avesso, alegrias, medos, preocupações, 24h por dia, sete dias por semana só para um bebê. Sem folga alguma. Entretanto chegou a Maria e depois o Martim.  O tempo ficou inda mais reduzido para mim.

Eles estão a crescer e dei conta que sinto saudades de mim, fui tanto mãe nos últimos anos e esqueci me de ser eu. Sei que tudo isso é normal, é comum, não é o fim do mundo e nunca matou ninguém na história da humanidade, mas não custa nada a gente tentar buscar um pouco de equilíbrio. Afinal, isso é importante para nós, para a família.

Vou tentar arranjar maneira de me desligar um pouco, de ter mais tempo para deixar o papel de mãe um pouco e ser a Mónica a menina de 26 anos que tem uma vida pela frente.

Comentários

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Queridos leitores!

Queridos leitores
Infelizmente, estou a passar uma das piores provações que uma mãe e mulher pode passar.
Perdi o meu Amor, e os meus filhos perderam o pai.
Não sei quando retomarei a atividade normal do blogue. Peço desculpa a todas as marcas que me apoiam, a todas as pessoas que me seguem, mas este, para além de um momento de profunda dor, é um momento de muita luta. Nunca fui rica, no entanto, neste momento sou a única fonte de rendimento dos meus filhos. O trabalho, a burocracia relativas ao acidente do meu amor e os meus filhos têm me ocupado todo o meu tempo.
Peço que agora, mais que nunca, não deixem de acreditar em mim. Quero muito voltar, mas ainda não estou preparada.
Com amor,
Mónica

Perdi.....

Mais um vez fui posta a prova,mas desta vez o desafio supera todas as minhas forças. Perdi o meu amor,o meu grande amor,o pai dos meus filhos, o homem a quem prometi ser a melhor mãe do mundo.
Perdi tudo!
Não fui avisada nem tive tempo de me despedir, foi tudo rápido de mais.
Sem qualquer tipo de preparação fiquei sem chão, e honestamente não sei se estarei a altura deste desafio.
É dos sentimentos mais cruéis e duros que já senti na vida!
Só queria acordar e constatar que isto não passava de um pesadelo e que o meu amor estava vivo.
Mas infelizmente isso não irá acontecer,terei de arranjar forças vindas não sei de onde e continuar a vida.
Se será fácil? Não, claro que não nas terei de o ser pelos meus filhos  .
E não ne venham dizer que passa pois nunca irá passar,passava se fosse uma dor de barriga, mas não o é!!!
Perdi o meu amor, o meu grande amor!!!

Alguma vez pensou como são escolhidas as mães de meninos especiais???

Recebi hoje um e-mail de uma leitora. Quando o li emocionei-me e pensei em todas as mães "especiais". Obrigada pela partilha! Tinha de o  partilhar convosco.
Este texto é para todas nós.

“Alguma vez pensou como Deus escolhe as mães das crianças especiais?

Eu já… Uma vez vi Deus a pairar sobre a Terra, selecionando o seu instrumento de propagação com grande carinho (…). Enquanto observava, instruía os seus Anjos a tomarem nota num grande livro:

– Para a Beth, um menino. Anjo da Guarda, Matheus.

– Para a Miriam, uma menina. Anjo da Guarda, Cecília.

– Para a Regina, gêmeos. Anjo da Guarda Geraldo, ele já está habituado. Finalmente, Ele passa um nome para o Anjo, sorri e diz:

– Dê a esta mãe uma criança deficiente. O Anjo, cheio de curiosidade, pergunta:

– Porquê ela, Senhor? Ela é tão alegre!

– Exatamente por isso, diz Ele. Como poderia eu dar uma criança a uma mãe que não sabe o valor de um sorriso? Seria cruel…

– Mas será que ela vai ter paciência?

– Eu não quero que ela tenh…