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Termos que nunca se deve dizer a uma mãe de uma criança especial

1. “Coitadinho, Tadinho”
Definitivamente não o chame de “coitadinho ou tadinho”, pois não são coitados. Muito pelo contrário, lutam todos os dias por uma qualidade de vida melhor.

2. “Doente”
Esse termo é extremamente errado e preconceituoso.

Nossos filhos não são doentes, doente é sua falta ignorância e falta de conhecimento.

Doente é quando qualquer pessoa tem uma gripe, uma dor de cabeça, uma virose e etc…

3. “Problema, probleminha”

um dos termos que provavelmente todas as mães de criança com necessidades já ouviu diversas vezes…Eu odeio! E quando falam isso, eu sou curta e grossa e respondo mesmo!
Uma criança com deficiência e/ou adulto não tem um “problema”, tem uma deficiência e ponto.

Problemas temos nós adultos!

4. “Alejado”
Esse é um termo grosseiro e rude. Use o termo certo deficiente, pessoa com necessidades especiais.

5. “Retardado, Mongol ”
São termos chulos e preconceituosos não devem ser usados. Esses termos ofendem nós pais.

6. “Fardo”
Pessoas com ou sem deficiência não são fardos.

Eu não entendo o por que que as pessoas dizem que nossos filhos são nosso fardo. Nossos filhos não são fardos e nunca serão, nossos filhos são apenas filhos como qualquer outra criança, seja ela deficiente ou não. “Afinal de contas, todos nós temos alguma deficiência.”

Fardos são: objetos, embrulhos, pacotes, cargas e etc…

 

Os termos corretos a serem usados são; deficiente, pessoa com necessidades especiais e/ou criança ou adulto especial.

Menos preconceito mais informação.


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Queridos leitores!

Queridos leitores
Infelizmente, estou a passar uma das piores provações que uma mãe e mulher pode passar.
Perdi o meu Amor, e os meus filhos perderam o pai.
Não sei quando retomarei a atividade normal do blogue. Peço desculpa a todas as marcas que me apoiam, a todas as pessoas que me seguem, mas este, para além de um momento de profunda dor, é um momento de muita luta. Nunca fui rica, no entanto, neste momento sou a única fonte de rendimento dos meus filhos. O trabalho, a burocracia relativas ao acidente do meu amor e os meus filhos têm me ocupado todo o meu tempo.
Peço que agora, mais que nunca, não deixem de acreditar em mim. Quero muito voltar, mas ainda não estou preparada.
Com amor,
Mónica

Perdi.....

Mais um vez fui posta a prova,mas desta vez o desafio supera todas as minhas forças. Perdi o meu amor,o meu grande amor,o pai dos meus filhos, o homem a quem prometi ser a melhor mãe do mundo.
Perdi tudo!
Não fui avisada nem tive tempo de me despedir, foi tudo rápido de mais.
Sem qualquer tipo de preparação fiquei sem chão, e honestamente não sei se estarei a altura deste desafio.
É dos sentimentos mais cruéis e duros que já senti na vida!
Só queria acordar e constatar que isto não passava de um pesadelo e que o meu amor estava vivo.
Mas infelizmente isso não irá acontecer,terei de arranjar forças vindas não sei de onde e continuar a vida.
Se será fácil? Não, claro que não nas terei de o ser pelos meus filhos  .
E não ne venham dizer que passa pois nunca irá passar,passava se fosse uma dor de barriga, mas não o é!!!
Perdi o meu amor, o meu grande amor!!!

Alguma vez pensou como são escolhidas as mães de meninos especiais???

Recebi hoje um e-mail de uma leitora. Quando o li emocionei-me e pensei em todas as mães "especiais". Obrigada pela partilha! Tinha de o  partilhar convosco.
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“Alguma vez pensou como Deus escolhe as mães das crianças especiais?

Eu já… Uma vez vi Deus a pairar sobre a Terra, selecionando o seu instrumento de propagação com grande carinho (…). Enquanto observava, instruía os seus Anjos a tomarem nota num grande livro:

– Para a Beth, um menino. Anjo da Guarda, Matheus.

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– Para a Regina, gêmeos. Anjo da Guarda Geraldo, ele já está habituado. Finalmente, Ele passa um nome para o Anjo, sorri e diz:

– Dê a esta mãe uma criança deficiente. O Anjo, cheio de curiosidade, pergunta:

– Porquê ela, Senhor? Ela é tão alegre!

– Exatamente por isso, diz Ele. Como poderia eu dar uma criança a uma mãe que não sabe o valor de um sorriso? Seria cruel…

– Mas será que ela vai ter paciência?

– Eu não quero que ela tenh…